Voluntariado no Planalto Mirandês

Um focinho em cima do ombro, uma cabeça encostada à barriga, uns lábios que procuram as mãos, um encosto que quase nos deita ao chão e aqueles olhos tranquilos que nos vêm em quase todas as direcções. Abraços de burros e o sol a pintar as nuvens de vermelho sobre o castelo de Algoso. Trouxe muitas mais memórias do Planalto Mirandês, mas estas serão talvez as mais especiais.

Nesta terceira incursão por parte da Terra Fria Transmontana fui com uma missão específica. Participar na campanha de voluntariado da Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino (AEPGA) “Voluntaria-te pelo bem-estar animal”. Durante uma semana fiquei alojada na aldeia de Teixeira e acompanhei a equipa da AEPGA em várias das suas muitas actividades, em Atenor, Pena Branca e nas aldeias onde criadores de burros chamavam as veterinárias da associação para acudir aos seus animais.

A AEPGA é uma organização não governamental de ambiente. Criada 2001, o seu trabalho tem sido sobretudo orientado para a preservação do Burro de Miranda, a sua promoção e dignificação, não só enquanto património genético, mas também como importante património cultural. Realiza estudos técnico-científicos que visam a valorização do património genético da raça, presta apoio veterinário, formativo e burocrático aos criadores de burros, enquanto promove a sensibilização para a importância de garantir a saúde e bem-estar dos seus animais. Participa também activamente no resgate e acolhimento de burros de qualquer raça, que sejam sinalizados por maus tratos ou que os donos já não tenham condições para manter.

Esta abordagem abrangente – que parte do princípio fundamental de que o burro deve ser visto como um todo, composto por dimensões biológicas, ecológicas e culturais – resulta assim num projecto multidisciplinar com impacto em diversas áreas de acção.

Foi no Centro de Acolhimento do Burro (CAB), na aldeia de Pena Branca que passei os primeiros três dias. Talvez seja por isso que ganhei um afecto especial àqueles burros mais velhotes, com os seus achaques e manias, mas distribuidores incondicionais de afecto. São como uns avós asininos. Cada um com a sua personalidade, uns mais carentes, outros mais independentes, todos fofos. Escrevi na primeira noite “Como é que sinto já um carinho tão grande por estes burros? Todos, ainda que não distinga a maior parte. Distingo o Papa-Figos, que me vem pedir festas e dar turrinhas quando paro. Ou o Espanhol, pelo mau feitio e teimosia em querer ir para o lado oposto de onde lhe dizemos. A Bianca pela orelha cortada e a ternura, que perde quando está a comer a ração e fica possuída.” 

Os burros vivem em média até aos 25 – 30 anos. Ali, divididos em gordos e magros, consoante não só o índice corporal, mas as necessidades de mais ou menos cuidados, estão burros com idades entre os 18 e os 31 anos. Não são todos velhos de idade, mas são quase todos burros que já viveram e trabalharam muito, e ali podem descansar, bem cuidados. As rotinas ganharam-se rápido. Ao segundo dia sentia como se fizesse aquilo há meses. Chegar ao CAB, sermos recebidas (eu e a Zélia, a veterinária) pelo cão Pastor, aos saltos, entrar no abrigo e sermos recebidas por dezenas de zurros, que são tanto de alegria como da certeza que está para chegar comidinha fresca. Distribuir festinhas e abraços.

Carregar as manjedouras com feno, preparar os baldes com ração para os burros mais magros e ver que tratamentos são precisos. Para a distribuição dos baldes, personalizados consoante as necessidades, ainda precisava da ajuda da Zélia, que distingue facilmente todos. Colocar cada balde na cabeça de cada burro, preso atrás das orelhas, para que não seja roubado pelos outros, invejosos. Esperar que acabem, que os próprios sinalizam ficando parados com o balde no focinho. Mais festinhas e abraços. Dar o anti-inflamatório oral ao Boliche e tentar que ele não coma a seringa, por gostar tanto do sabor do pó. Ajudar a Zélia nos tratamentos. Ver se há feridas, limpar zonas de extração de dentes, limpar olhos, limpar úlceras, colocar cremes e spray prateado para cicatrização. A Ceteira, apesar do seu grande porte, era a mais mansa dos que precisavam de cuidados e a Zélia deixava-me tratar da ferida que tinha na pata traseira. Nem se mexia. Um amor. Aos outros, dava festinhas e tentava tranquilizar enquanto a Zélia fazia o que era preciso.

Se não chove, abrem-se os portões para os lameiros, para eles poderem pastar, correr, rebolar-se no chão, comer folhas de árvores ou ficar parados a olhar para o infinito. Coisas de burros felizes.

Na 5a feira, o quarto dia, estivemos no Centro de Valorização do Burro de Miranda (CVBM),  em Atenor. É aqui que estão grande parte dos burros de Miranda da associação e os que os criadores trazem para se reproduzirem. São quase 60, divididos em 3 grandes espaços. A curriça, onde é a maternidade e a creche (com burras prenhas, mães com crias a amamentar e as crias jovens) e os cercados dos gordos e dos magros.

Tem ainda um grande pavilhão, um picadeiro para a doma dos burros, um pequeno estábulo que tem servido para alojar o macho reprodutor, uma estrumeira para transformar os dejetos em composto – posteriormente utilizado nas sementeiras de aveia – e cercas de madeira, que delimitam os diferentes espaços do Centro e permitem a fauna selvagem circular livremente, potenciando a biodiversidade local.

Mais do que apenas a “casa” dos burros de Miranda da associação, é a sua maternidade, a sua escola, o seu recreio e o ponto de encontro com os visitantes, que podem vir conhecer este espaço em visitas guiadas onde aprendem tudo sobre a associação e o seu trabalho.

Nesse dia, tocava apanhar cocós na zona exterior da curriça e no estábulo onde estava o Girassol, o macho reprodutor. Nos lugares onde os burros se concentram mais, acumulam-se os dejetos, que devem ser limpos não só para diminuir a quantidade de moscas, como para se aproveitar para fazer composto. Nesse dia, de ancinhos e pás em punho, eu, a outra voluntária, Elizabete, a Zélia e a Claudia, que está normalmente encarregada de tratar do Livro Genealógico da Raça Asinina de Miranda e das visitas, fomos juntando e fazendo pequenos montes de estrume, que o Luís depois recolhia com o tractor para levar para a estrumeira.

Como a equipa é pequena, mas dedicada, todos ajudam com tudo o que é preciso fazer, em prol do bem-estar dos animais. Entre uma pazada e outra, recebíamos cabeçadas dos jovens irrequietos Quito e Quartzo, dois burros orfãos que alternavam entre querer mimo e querer dar uma volta pelo portão aberto. Entre trabalho, gargalhadas e histórias, fui-me apercebendo, ainda mais, do carinho e dedicação desta equipa, jovens que escolheram viver num mundo rural tão envelhecido, por amor e sentido de missão para com estes animais. Nunca pensei que me pudesse emocionar a limpar cocó, mas assim foi. 

O alojamento dos voluntários da AEPGA é numa antiga escola, na aldeia de Teixeira, reconvertida numa espécie de albergue. Tem uma sala grande, com beliches, uma pequena cozinha, duas casas de banho e uma sala de refeições, com uma grande mesa, onde ainda sobrevive o quadro de ardósia das aulas. Fica na entrada da aldeia, no cimo de uma colina, ao lado de uma capela, com vistas de 360 graus para o Planalto Mirandês. Dá-me vontade de rir, chamar-lhe planalto. Lembro-me sempre do que sofri a pedalar por estes montes e vales, em 2019. Da escola de Teixeira, percebe-se bem esta topografia irregular. Voltada para o pôr do sol, fica sobranceira ao vale formado pelo rio Angueira. O castelo de Algoso está do outro lado do vale. Àquela distância parece uma torre única empoleirada numa crista e recortando-se a contra-luz, negra contra um céu que vai mudando de cor ao sabor do sol e das nuvens. 

Foi voltada para ali que passei os meus primeiros fins de tarde. A digerir as emoções do dia e envolta por aquela luz, num silêncio apenas quebrado pelos badalos esporádicos de vacas vizinhas. Na terceira tarde decidi pegar no carro e ir ver de perto o castelo que andava a admirar de longe. Seguindo a estrada serpenteante, que sobe e desce ao longo da encosta, passei pela aldeia de Mora e depois por Uva, com as suas casas de xisto e muitos pombais tradicionais, em ferradura. Atravessei a ponte que cruza o Angueira, junto a uma zona de piqueniques, subi a Vale de Algoso, que de vale só tem o nome e, enquanto contava curvas de nível, voltava a rir-me sozinha da designação de planalto para esta zona.

Chegada a Algoso subi à entrada para o castelo. Aproximavam-se as 7 da tarde, o sol estava baixo, mas escondido entre nuvens cinzentas. Anunciava tempestade. Subi as escadas até à porta do castelo, fechado, e vi-a em caminho, uma massa cinzenta que se deslocava com o vento. Ainda tive tempo de contornar as muralhas pela base, onde o granito e xisto da construção se confundem com os da crista onde estas se implantam. Nunca a designação de castelo roqueiro me pareceu tão certa. 

Seguindo um pequeno trilho e saltitando depois entre pedras, dei comigo nas “traseiras” da torre, onde a parede natural cai a pique. Dali, era bem visível o arco que faz o Angueira ao virar para norte, o vale que este percorre e o ondulado dos campos de cultivo a perder de vista.

Tentei adivinhar Teixeira e a “minha” escola, sem sucesso. Começava a pingar, por isso voltei rapidamente para lá. Nessa noite o céu desabou. Pensei nos burros velhotes e desejei que não se tivessem armado em espertos, como no dia anterior, e aberto a porta do abrigo para os lameiros. No dia seguinte comprovei estarem todos secos e sossegados.

No último dia do voluntariado acompanhámos a Belén, outra das veterinárias da associação nas rondas aos criadores com burros com problemas. Numa carrinha carregada com tudo o que poderá ser preciso, fazem quilómetros pela região, num serviço de medicina veterinária itinerante, porta a porta, burro a burro. O trabalho é coordenado entre as três veterinárias e, tendo acompanhado a Zélia nessas rondas no início da semana pude ver a evolução dos tratamentos de algumas feridas de verão, causadas pelas moscas, e de problemas nos cascos, que surgem quando estes ficam mais moles, devido ao começo do tempo mais húmido. A tarde estava reservada para uma actividade que tem tanto de mimo como de bem-estar, para os burros e para nós. A escovagem. 

Já o tinha experienciado no CAB. Com raras excepções, os burros adoram ser escovados. Imagino que seja como um cafuné e só raros humanos também não gostam de cafuné. É começar a escovar um burro e logo nos vemos rodeados de mais 20, todos à espera da sua vez.

Lembro-me da Zélia me dizer a ordem em que os devia escovar porque alguns, quando se começava, já não deixavam aproximar outros burros, para não os deixarmos de escovar a eles. Esses tinham de ficar para o fim. Para nós, é quase meditativo, esse passar da escova no pêlo e senti-los deliciados. 

No CVBM foi isso a multiplicar por 5, porque são muito mais burros. Entre cabeçadas, mais ou menos carinhosas, e finca patas, mais ou menos teimosos – estou a lembrar-me da inamovível, mas linda, Gorongosa – temos de ir tendo cuidado para não ficar espremidos entre grupos de burros que se vão chegando cada vez mais. 

Enquanto nós os escovávamos, Belén aproveitava o seu relaxamento para fazer avaliações corporais através da medição do perímetro toráxico. Parecia que estávamos a fazer “body shaming”, de fita métrica em punho, a dar-lhes números e avaliar as gordurinhas ou as costelas, mas o bem-estar animal também passa por aqui. Demasiado magros podem estar com algum problema que os impeça de comer ou digerir bem, demasiado gordos sobrecarregam as articulações e acarreta riscos acrescidos a doenças.

Para minha surpresa, aprendi que, no que toca aos criadores, é mais comum um burro não estar saudável por estar demasiado gordo, que demasiado magro. Nem todo o pasto é igual, e os grãos, a palha de aveia, em vez de feno, por exemplo, são muito mais ricos em açúcares, que lhes fazem mal. Dar-lhes os restos de frutas e legumes, em excesso, também não é bom. Para além do problema do excesso de peso, estes alimentos podem provocar doenças inflamatórias nas articulações das patas. Mas, tal como os avós que continuam a encher os pratos a netos obesos, muitos dos criadores acham que os burros estão bem é mais gordinhos e têm muita dificuldade em acreditar nas veterinárias quando lhes dizem como alimentar os bichos.

O Planalto Mirandês acaba abruptamente a Este nas arribas verticais do Douro Internacional. Nessa sexta-feira, o meu último fim de tarde, conduzi até à aldeia de Picote. Queria ver o Douro na luz do fim do dia, do Miradouro da Peinha de L Puio. Depois de estacionada na aldeia, fiz o curto caminho até à arriba por entre as casas de pedra, enquanto o céu passava de azul a cor de rosa, pintado por nuvens metalizadas.

Sozinha, na plataforma envidraçada do miradouro, deixei-me encantar de novo pela ferradura que o rio ali faz, com reflexos de mercúrio líquido naquela luz, e fui ficando até o sol quase desaparecer. No dia seguinte despedia-me, sem vontade, destas Terras de Miranda e a nostalgia boa dos momentos bonitos acompanhava o cair da noite e o acender dos candeeiros. 

Mas não me iria embora sem me despedir dos meus burros velhotes do CAB e sem acrescentar vistas e história ao meu conhecimento da região. Na manhã de sábado, pela fresquinha, segui de novo em direcção a Picote, mas continuei a descer até Barrocal do Douro. Esta aldeia, que hoje parece fantasma, foi criada de raiz aquando da construção da barragem de Picote, em 1954. Eu ouvira falar dos edifícios modernistas abandonados, que foram construídos nessa altura, mas não sabia mais nada sobre o lugar. Seguindo a estrada, dei primeiro com a capela. Um cubo em tijolo com colunas brancas, metido entre as barrocas polidas de granito e rodeado por um jardim cuidado.

Estava fechada, mas, através das portas de vidro, percebiam-se dentro as mesmas linhas direitas minimalistas na mobília. Com o sol da manhã a potenciar o branco das colunas e o verde do jardim, senti, exagerada pela localização improvável, a contradição que me provoca este estilo arquitectónico. 

Meti-me de volta no carro e desci até ao rio, ao portão da barragem, fechado. Olhei as arribas desde baixo e voltei a subir, até um conjunto de pequenas casas brancas, iguais e em banda, com pequenos jardins. Esta foi a primeira das barragens construídas no Douro Internacional. A aldeia, três quilómetros acima, foi crescendo na encosta. Chegaram a viver aqui mais de seis mil pessoas, mas as casas decentes eram só para uns poucos. No início da obra, muita gente vivia em construções de pedra, com tectos feitos com sacas de cimento. Mais tarde, fizeram-se bairros temporários, com casas de madeira, algumas com base em granito. Ainda se vêm algumas destas casas. Não estão cuidadas, mas também não parecem abandonadas. As casas brancas, pequenas mas com boas condições, eram dos trabalhadores especializados. Ainda estão habitadas, mas muitas são só casas de fim de semana ou de emigrantes que voltam em Agosto. A aldeia tem, hoje, apenas 30 habitantes. Em 1991 o comando das barragens passou para a Régua e deixou de ser preciso ter técnicos e trabalhadores no local. Em torno não havia mais trabalho e quase toda a gente se foi embora.

Num largo antes destas casas está um grande edifício em granito e tijolinhos, com as mesmas linhas rectas modernistas. Diz “Centro de Acolhimento Juvenil de Miranda do Douro”, mas parece vazio. Aprendo mais tarde que aqui funcionava o mercado abastecedor da aldeia, um centro comercial tão completo que abastecia também as aldeias vizinhas. 

A minha grande surpresa estava mais acima ainda. Numa curva da estrada, sobranceiras à aldeia, estão as “Casas dos Engenheiros”. Grandes vivendas modernistas, com dois pisos e jardins, vigiam do alto a barragem e os outros bairros. A sobranceria física a acompanhar a social. Agora tudo abandonado. Apesar dos jardins se manterem cuidados, os vidros estão partidos e as casas vazias, com tectos caídos. Um desperdício. Parece que são ainda propriedade da EDP, que pensa recuperá-las, não se sabe ainda para quê. Pergunto-me o porquê de deixar chegar a este ponto primeiro.

No topo de tudo está a Pousada, com vários quartos, piscina e campos de ténis. Albergava os quadros superiores da empresa, na altura. Também esteve abandonada, mas foi recuperada em 2011. Estava cuidada, mas fechada e sem ninguém. Contornei-a, tentando perceber se funciona como hotel, de que tem aspecto, mas não consegui perceber nem encontrei até agora informação. 

Vim-me embora com a sensação de ter estado num lugar suspenso no tempo, nem passado nem presente, nem natural nem urbano. Reparei que tinha passado muito mais tempo do que planeara, andando sozinha entre árvores e colunas, a imaginar como seria a vida ali, nos anos 60. É um lugar estranho, este exemplar do Moderno Escondido.

Segui até Pena Branca, para distribuir festas nas orelhas e abraços a todos os burros e ao Pastor. Disse-lhes até já, com a certeza que voltarei. Essa certeza abafou qualquer réstia de nostalgia ou tristeza que a partida pudesse provocar. 

Antes de me fazer à estrada e rumar a casa, fui esticar as pernas com uma pequena caminhada, de Aldeia Nova ao Miradouro de São João das Arribas. A GR36, que tinha percorrido em parte de bicicleta em 2019, passa por ali. Mas obrigava a uma grande descida e consequente subida e, no bafo de Agosto desse ano, decidimos que a visita ficaria para outra altura. Aproveitei a proximidade para colmatar essa falha e, mais uma vez, me espantar com a imponência da paisagem do Douro Internacional. Se em Picote se destaca a curva do rio, aqui sentimos a sua passagem recta e calma, bem encaixada nas arribas profundas que formam este canhão.

Ali do alto, sentei-me num penedo a sentir o vento e a apreciar o verde da vegetação contra o cinzento da pedra e os reflexos do rio, no sol do meio-dia. Tal como nas despedidas com os burros, senti que este era só mais um “até já”. Que o fascínio com a paisagem transmontana, os seus costumes e as suas gentes, me continuaria a chamar até lá, a descobrir e redescobrir paisagens, recantos e tradições e visitar novos amigos. Não tardará. 


Para além das visitas ao CVBM, em Atenor, podem também visitar e marcar várias actividades com os burros no Centro de Actividades Lúdico-Pedagógicas (CALP), em  Vimioso. Para além do prazer que é estar na presença destes animais, estas visitas apoiam o trabalho da AEPGA e ajudam na divulgação do seu trabalho. Outras maneiras de ajudar são através das campanhas de apadrinhamento, ou de donativos. Têm toda a informação aqui. Também podem acompanhar todas as notícias e eventos no facebook e instagram.


A viagem até Trás-os-Montes e a minha mobilidade por lá foram consideravelmente facilitadas pela parceria com a Hertz Portugal, que me disponibilizou um robusto e confortável Fiat500 XL para percorrer as sinuosas estradas do planalto. Confesso que nunca tinha alugado carro com eles e fiquei agradavelmente surpreendida com a celeridade e descomplicação do processo de levantamento e entrega do carro e com a possibilidade de o fazer no centro de Lisboa. 

2 thoughts on “O Amor e os Burros

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